| História A história do Museu de Pesca começa no século 18, quando o local foi estrategicamente escolhido para a instalação de um forte que cruzasse fogo com a Fortaleza da Barra, do outro lado do canal, afim de atuar na defesa de Santos e São Vicente. O Forte Augusto, como foi chamado, pertencia ao Ministério da Marinha. No início, não passava de uma muralha de pedra armada com algumas peças de artilharia, e que foi totalmente destruído em 1894, com a Revolta da Armada. Somente em 1905 a Marinha termina de derrubar suas ruínas e lá constrói um prédio, inaugurado em 1908, para instalar a Escola de Aprendizes Marinheiros. Em 1931, a Marinha cede o prédio à Escola de Pesca, com o objetivo de profissionalizar a pesca na região. |
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![]() O Museu de Pesca, instalado no local do antigo Forte Augusto. |
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| Mais tarde, o prédio veio a abrigar o Instituto de Pesca, ligado ao Governo Estadual, responsável pela pesquisa e estudo da vida marinha. O Museu de Pesca teve sua origem no antigo Gabinete de História
Natural, que foi crescendo com o tempo e com o acúmulo de grande
coleção de espécimes, como tubarões, arraias
e outros peixes do Atlântico Sul. A incrementação
do Museu de Pesca aconteceu em 1942, com a chegada de um enorme esqueleto
de baleia de 23 metros, e que exigiu a derrubada das paredes de 3 salas
do prédio para a sua instalação e exposição. |
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