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MUSEU DOS CAFÉS DO BRASIL
É o mais belo e imponente edifício da cidade, inaugurado
em 7/09/1922 para sediar a Bolsa Oficial do Café. Construído
no mais rico período de nossa história, com materiais
importados. Na entrada, Mercúrio, deus do comércio,
e Ceres, da agricultura, dão as boas vindas aos visitantes.
No salão dos pregões, uma grande clarabóia, obra
de Benedito Calixto transformada em vitral, retrata "A visão
de Anhanguera", Braz Cubas (fundador da cidade), Fernão
Dias e Raposo Tavares, a riqueza do Brasil Colônia, Império
e República. No mesmo salão, três gigantescos
painéis, também de Calixto, retratam períodos
diferentes da história de Santos:"Fundação
da vila de Santos em 1545", "Porto de Santos em 1822"
e "Porto de Santos em 1922". Ainda no Museu, uma cafeteria
dá a oportunidade aos visitantes de experimentar todos os tipos
e aromas de café do Brasil. Também há cursos
sobre preparação de café. Clique
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IGREJA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
Foi a Igreja Matriz de Santos no período entre a demolição
da antiga Matriz (Pça da República) e a conclusão
da atual. Datada de 1756, foi mandada construir pelo Sr. Francisco
Caetano de Almeida Lobo, então provedor da Irmandade de Nossa
Senhora do Rosário. Uma grande reforma, na década de
40, desconfiguoru sua arquitetura colonial original, mas não
retirou a importância desta igreja para a história da
cidade. Foi ela a primeira igreja a permitir a entrada de escravos.
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BIBLIOTECA MUNICIPAL DE SANTOS
Ocupando hoje a antiga sede da Associação Predial de
Santos, um antigo edifício art deco, construído nos
anos 40, a Biblioteca Municipal de Santos possui um acervo de aproximadamente
40 mil títulos, dentre os quais, 3 mil livros raros e cinco
bibliotecas ramais. Outra grande atração, que pode ser
considerada um complemento a nossa viagem no tempo, é a Hemeroteca
Municipal, uma enorme coleção de jornais e revistas
dos séculos XIX e XX, que retratam todo o processo histórico
e cultural da cidade nos últimos 150 anos. Clique
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RUÍNAS DO THEATRO GUARANY
Marco da História da cidade, palco de discursos inflamados
de abolicionistas e republicanos, é um dos maiores patrimônios
históricos de Santos. Construído durante o governo
imperial de D. Pedro II, foi o primeiro teatro da cidade e seu
interior era totamente coberto por afrescos e pinturas de Benedito
Calixto. Em 1880, foi sede de inúmeros espetáculos
beneficentes pró-abolicionistas. Das |
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sacadas, em sua fachada, inúmeras personalidades da história
paulista realizaram comícios pela proclamação
da república. Por volta de 1970, um incêndio de grandes
proporções destruiu seu interior, restando hoje somente
as fachadas que, completamente arruinadas, contrastam com a série
de projetos e obras que visam revitalizar o centro de Santos.
Clique e veja como chegar. |
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CADEIA VELHA
Com construção iniciada em 1839, mas só entregue à cidade em
1866, o prédio em estilo Brasil Império tem mais de 2 mil metros
de área construída em pedra e cal. Possui grande valor histórico:
já foi sede da Intendência (Prefeitura da época), Câmara Municipal,
Forum, delegacia de polícia e funcionou como cadeia pública
de 1897 ao final dos anos 50. Tombada pelo Condephaat em 1981,
foi completamente |
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reformada
e reinaugurada em jan/2000, e hoje é um verdadeiro centro de cultura
e arte: na galeria, o visitante poderá apreciar exposições; as antigas
celas, com suas paredes largas de pedra e pesadas portas de ferro
fundido, abrigam oficinas culturais; e o antigo auditório, que recebeu
o nome de Sala de Espetáculo Plínio Marcos, com capacidade para 150
pessoas, apresenta pequenos musicais e peças teatrais de grupos alternativos.
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MUSEU DE ARTE SACRA DE SANTOS
E CAPELA NOSSA SENHORA DO DESTERRO
A história do Mosteiro de São Bento começa pela
Capela de N. Senhora do Desterro, originalmente construída pelos devotos
Bartolomeu Fernandes Mourão e sua mulher, afim de ali serem sepultados.
Finalizada em 1644, o casal acabou por doá-la à ordem de São
Bento, em 1650, quando iniciou-se a construção do Mosteiro.
A pequena capela é toda ela uma relíquia e foi tombada pelo IPHAN
em 1948. Já o Mosteiro de São Bento, em estilo beneditino
foi finalizado em 1725. Atualmente, depois de restaurado pelo IPHAN,
abriga o Museu de Arte Sacra de Santos, com inúmeras imagens barrocas
e peças raras, remanescentes da sociedade santista dos séculos passados.
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IGREJA E SANTUÁRIO SANTO ANTONIO DO VALONGO
Conjunto arquitetônico formado pela igreja e pelo convento. O teto
original da igreja ruiu e foi refeito em 1868.
Anexa à Igreja, está a Capela da Venerável Ordem 3a de São Francisco,
datada de 1689, cujo acesso se dá através da nave da
Igreja principal como um oratório em estilo barroco,
que abriga uma imagem de S.Francisco em tamanho natural, rezando diante
de um Cristo Místico com seis asas.
O Santuário ainda abriga uma Nossa Senhora da Conceição do século
XVII (na sacristia) e outra imagem da mesma santa, de 1698 (no pátio),
entre outras relíquias. O sino dos enforcados, arrancado pelo povo
quando da promulgação da Lei Áurea está guardado na sacristia, à espera
de restauração. Clique
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ESTAÇÃO DE
TREM DO VALONGO
Com construção datada de 1860, é uma cópia reduzida da Victoria Station,
de Londres, e representa o melhor exemplo da arquitetura vitoriana
do século XIX. Atualmente está em processo de restauração
e adaptação para abrigar o futuro Museu do Transporte e a Secretaria
Municipal de Esportes e Turismo. Clique
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CASARÕES DO VALONGO
A chegada da São Paulo Railway e a construção de sua estação no Valongo
exigiu a reurbanização do bairro: o que antes era um mangue deu lugar
ao Largo Marquês de Monte Alegre. Os casarões em estilo neoclássico,
construídos pelo comendador Joaquim Manoel Ferreira Neto, foram utilizados
como residência até 1895, quando passaram a abrigar o poder municipal
até 1939. Depois serviram como hotéis, bares, restaurantes e escritórios,
até 1985, quando um grande incêndio destruiu um dos blocos, cujas
paredes desabaram em 1986, e o bloco remanescente sofreu novo incêndio
em 1992. As ruínas dos Casarões, em conjunto com a Igreja de Sto.
Antonio e a Estação do Valongo, fazem do Largo Marquês de Monte
Alegre um dos mais importantes logradouros de Santos. Datados de 1867
e 1872, foram tombados pelo Condephat em 1983 e pelo Condepasa em
1990. Sua restauração faz parte do projeto de revitalização
do bairro. Clique e
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CASARÃO DE
FRONTARIA AZULEJADA
Datado de 1865 e destruído por um incêndio na década de 50, foi recentemente
restaurado e hoje abriga arquivos da Fundação Arquivo
e Memória de Santos. Sua fachada, com milhares de azulejos
portugueses em relevo, é um excelente exemplo da riqueza arquitetônica
do Centro Histórico, consequência do enriquecimento da
cidade com o café no século XIX. Clique
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CÂMARA MUNICIPAL DE SANTOS
Imponente edifício de linhas clássicas, construído na década de 1930
para ser a sede do Banco do Comércio e da Indústria - Comind. Após
a liquidação do banco, permaneceu fechado por alguns anos. Adquirido
recentemente pelo poder municipal, é a sede do poder legislativo santista
e vem sofrendo uma série de reformas para sua adaptação às
novas atividades, entre elas, a de um novo centro cultural. Na fachada,
um busto de José Bonifácio indica que naquele local, antes da construção
do prédio, ali existiu a casa em que nasceu e morou José Bonifácio
de Andrada e Silva, patriarca da Independência. Clique
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ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE SANTOS
Após uma tentativa frustrada em 1846, a Associação foi fundada em
1870, época em que pelo porto já transitavam cerca de 500.000 sacas
de café. Foi visitada por D. Pedro II e pela Imperatriz Tereza Christina
em 1878, visita na qual se realizou uma assembléia histórica.
Foi responsável pelos incentivos para a organização de uma grande
praça comercial na cidade, o que veio a acontecer, uma vez que Santos
chegou a ser a terceira maior praça bancária do país. Sua sede atual
ocupa um imponente edifício, que abriga um espaço cultural no térrreo
e possui placas de bronze e esculturas comemorativas em sua fachada.
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PALÁCIO JOSÉ BONIFÁCIO
Com projeto da década de 30, foi inaugurado em 1939, na passagem do
centenário da elevação da vila de Santos à categoria de cidade. Com
arquitetura inspirada no palácio de Versailles, possui acabamentos
em mármore italiano e jacarandá-da-baía, com
lustres de cristal da Bohemia. Imperdível, a Sala Princesa
Isabel, plenário da Câmara Municipal, possui inúmeras
obras que reproduzem personagens da história do Brasil. O gabinete
do Prefeito e o salão nobre Esmeraldo Tarquínio são
destaques, em estilo Luís XVI. Clique
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PANTHEON DOS ANDRADAS
Foi inaugurado em 1923, em homenagem aos irmãos Andradas, santistas
que se tornaram grandes vultos da história nacional. Lá encontram-se
os restos mortais de José Bonifácio (veja também história/independência),
patriarca da Independência, e de seus irmãos, Antonio Carlos, Martim
Francisco e Patrício Manoel, além de valiosos quadros em bronze que
representam cenas de sua vida e do império. Clique
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IGREJA NOSSA SENHORA
DO CARMO E CAPELA DA ORDEM 3ª DE NOSSA SENHORA DO CARMO
Construídas a partir de 1760 e tombadas pelo IPHAN -
Inst. do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, são
o mais belo conjunto arquitetônico colonial de Santos,
composto por 2 igrejas entrepostas por uma torre revestida de
azulejos portugueses. A igreja N. Sra. do Carmo possui altar-mor
em estilo rococó folheado a ouro e altares laterais |
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esculpidos em jacarandá. Abriga inúmeras imagens antigas e obras
de Benedicto Calixto. No pátio, um cruzeiro antigo, o Marco dos Evangelistas,
retirado da antiga Rua da Cruz. A Capela da Ordem 3a de N. Sra do
Carmo data de 1870. Em 1941 um incêndio destruiu o altar-mor, reconstruído
depois segundo fotos. O conjunto barroco dos altares laterais, representando
a via sacra, é considerado o mais importante do litoral paulista.
Todo segundo domingo do mês, a missa das 11hs é realizada com a presença
do Coral Gregoriano de Santos. Clique
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PAINÉIS DO
BANCO BCN
A agência do Banco BCN do Centro de Santos reserva uma
surpresa para quem adentra suas portas: um grande conjunto de
painéis montados em cerâmica vidrada, com representações
das atividades portuárias, especialmente a da estiva.
A obra, de criação do pintor santista Lúcio
Menezes, foi repassada para peças cerâmicas sob
a rigorosa supervisão do |
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artista, e foi uma encomenda para a nova agência da Casa Bancária
S. Magalhães. Os painéis datam da inauguração
do edifício, no ano de 1963. Clique
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PASSEIO DE BARCA
CENTRO-VICENTE DE CARVALHO
Grandes barcas fazem a travessia Centro-Vicente de Carvalho,
num percurso de 3 km. O embarque dá-se na Estação
das Barcas da Praça da República, atrás
do edifício da Alfândega. Durante o percurso se
tem a dimensão certa do tamanho do Porto de Santos, desde
o Cais do Saboó, utilizado para o embarque de veículos,
até |
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o Terminal 37, na Ponta da Praia, observando ainda o Cais do Valongo,
a ponte ferroviária e elevadiça da Rede Ferroviária
Federal, a Base Aérea de Santos, o Forte de Itapema, os restos
do navio naufragado Air Giorgios, além de toda a movimentação
de navios. Clique e
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CASA DO TREM BÉLICO
A única construção remanescente da época
da fundação da cidade, datada provavelmente do século
XVI, mas com existência comprovada somente a partir de 1734. A instalação
servia como arsenal bélico para as fortalezas militares locais. Tombado
pelo IPHAN, é a mais antiga construção da cidade e exemplo notável
da arquitetura colonial da época. Clique
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OUTEIRO DE SANTA
CATARINA
Local que marca a fundação da Vila de Santos. Ali, em 1540,
foi construída uma capela em homenagem à Santa Catarina. Em
meados do séc. XIX, o outeiro (pequeno morro) foi desmanchado
para aterrar parte da cidade. No final do mesmo século,
João Éboli construiu no local a sua residência,
que hoje abriga a Fundação Arquivo e Memória
de Santos. Em seu entorno, uma grande praça com palmeiras
imperiais |
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valorizam o edifício, que também abriga a Cinemateca
Municipal. Clique e
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THEATRO COLISEU
O mais tradicional e expressivo palco santista está em término
de restauração e deverá ser reinaugurado em breve. O edifício
original foi inaugurado em 23 de junho de 1909, construído
por inciativa do Sr. Francisco Serrador, que o ampliou e o reinaugurou
em 21 de junho de 1924. É o maior teatro da cidade, com capacidade
para cerca de 1.500 espectadores divididos em platéia, camarotes,
frisas, foyers e |
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galerias. Seu palco já recebeu as mais importantes companhias artísticas
nacionais e internacionais - nomes como Guiomar Novaes, Carmem Miranda,
Procópio Ferreira, Cacilda Becker, Cleide Yáconis, Sérgio Cardoso,
Vicente Celestino e muitos outros, que marcaram seus afrescos com
espetáculos memoráveis. Tombado, foi desapropriado em 1994 e está
em fase final de restauração. Clique
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CATEDRAL
Igreja em estilo gótico, seguindo o estilo dos maiores templos do
mundo. Sua construção iniciou-se em 1909, mas somente
em 1951 foi inteiramente concluída. Com projeto de Maximiliano
Hell (que projetou também a Catedral da Sé, em S.Paulo),
possui afrescos de Benedicto Calixto e imagens do Sagrado Coração
na Capela do Santíssimo. Clique
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PALÁCIO DA JUSTIÇA
Com início de construção em 1939, foi inaugurado
pelo Governador Adhemar de Barros. O edifício é um exemplo
do estilo arquitetônico empregado no período que antecedeu a
2ª Grande Guerra Mundial: inspirado na arquitetura fascista alemã,
o prédio é imponente, mas com poucos elementos decorativos
nas fachadas. Clique
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BIBLIOTECA DA SOCIEDADE
HUMANITÁRIA
Fundada em 7 de setembro de 1871, a biblioteca da Sociedade
Humanitária dos Empregados do Comércio de Santos
é a mais antiga da cidade. Reúne um acervo de
40 mil volumes em antigas prateleiras de carvalho. Além
dos livros antigos, a biblioteca tem peculiaridades que a tornam
ainda mais especial: uma delas é possuir |
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em seu acervo obras que foram do pai de Martins Fontes, doadas por
este antes do seu falecimento. Conta ainda com obras raríssimas,
datadas do século XVII, e com jornais e revistas do século
XIX. É um lugar inevitável para os amantes do conhecimento.
O prédio onde está instalada a Biblioteca, é
uma atração à parte. Possui traços de
art deco na sua arquitetura, dois lindos vãos de escadas e
um enorme salão de festas no último andar, que pode
ser visitado na companhia de algum funcionário da instituição.
Clique e veja horários
e demais detalhes. |
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FONTE DO ITORORÓ
Itororó era a fonte e também um riacho junto aos quais,
em 1532, estabeleceram roças dois dos principais povoadores
de Enguaguaçu, Pascoal Fernandes e Domingos Pires. O rio foi
canalizado pelo saneamento e a água da fonte, canalizada pela
prefeitura, chegou a ser comercializada pela Cia de Águas do
Itororó. A água rica em ferro (analisada em 1841 a pedido
de um fiscal da Câmara) serviu ao público até
meados de 1930, quando foi julgada poluída e condenada. Recentemente,
a Prefeitura recuperou a bica de Itororó, situada no sopé
do Monte Serrat, no final da Rua Itororó.
A fonte, que inspirou poetas e foi palco de namoros, foi imortalizada
na marcha de carnaval, que diz: "Fui no Itororó beber
água, não achei,
Achei bela morena, que no Itororó deixei..." |
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MONTE SERRAT www.monteserrat.com.br
Eleito pela população da cidade como a maior atrativo turístico da
região. Em seu topo eleva-se o antigo Cassino, datado de 1923 e que
funcionou até 1946, com seus exuberantes salões, palco de grandiosas
festas da época áurea do café. Hoje o Cassino, completamente reformado,
é espaço para eventos e festas promovidas pela sociedade santista.
Ainda conta com lanchonete e equipamentos de lazer para as crianças.
Situado a 150 m de altitude, possui terraço com mirante de onde se
pode observar toda a cidade e a movimentação portuária. O acesso é
feito por um bonde funicular que parte de meia em meia hora. Clique
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